Disjunção colunar
De Dicionário Livre de Geociências
Disjunção colunar: Os derrames de basalto se resfriam a partir da base e do topo. À medida que perde calor ocorre uma contração de até 10% de seu volume, produzindo rupturas e dando origem a colunas. Após resfriado e consolidado um derrame basáltico apresenta disjunção colunar em seu topo e em sua base. As colunas tendem a um formato hexagonal e são perpendiculares ao topo e à base do derrame. Em derrames espessos, entre as duas zonas colunares permanece uma zona não atinginda pela disjunção, chamada de entablamento, região central ou miolo. Esta região central é mais resistente à erosão do que as áreas colunares. Isto provoca o surgimento de uma notável erosão diferencial em regiões onde há uma sucessão de derrames basálticos (como é o caso da Bacia do Paraná)(trap basáltico), dando também origem a cataratas espetaculares e em degrau, como as Cataratas do Iguassu.
Nota:As fotos ao lado não apresentam a parte central do derrame (entablamento).

